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cel almeida mutum23102A Polícia Militar de Rondônia (PMRO) informa a sociedade rondoniense quanto ao desenvolvimento da Operação Nova Mutum, frente as principais ações policiais ocorridas para o cumprimento dos mandados judiciais de reintegração e manutenção de posse nas fazendas Boi Sossego, Três irmãos I, II e III, Nova Esperança, Boa Esperança e Santa Carmem. Houve suspensão dos mandados judiciais somente nas fazendas Norbrasil e Arco-Íris pelo STF na noite do dia 21 de outubro.

O resgate da ordem pública na região invadida tem sido realizado com base no diálogo entre os integrantes da Operação Nova Mutum e os invasores. Após o contato presencial, é acionado uma estrutura logística para transporte e retirada tanto dos invasores, quanto de seus pertences das terras invadidas. Essa é a 3ª fase da Operação.

Assistência social

A Operação Nova Mutum está transportando os invasores e seus pertences para serem assistidos pelo estado por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e da Família (Semasf) e Secretaria de Estado de Assistência Social (Seas). A Vila da Penha, situado na BR-425 sentido o município de Nova Mamoré-RO é o local onde é realizada a triagem das famílias para eventual assistência em caso de voluntariedade do invasor. Contudo, a assistente social designada informou que após reunião dos invasores com a advogada, os invasores não mais procuraram o atendimento para cadastramento nos programas de benefício social do governo e município, permanecendo nas dependências da Escola Municipal Santa Júlia.

A Defensoria Pública permanece na frente da Escola Santa Júlia na Vila da Penha com toda sua estrutura móvel de atendimento com a finalidade de dar assistência e orientação jurídica aos invasores que estão se retirando das fazendas invadidas, todavia informaram que houve pouca procura de atendimentos, inclusive, cessando os mesmos após a reunião dos invasores com a advogada.

Dos crimes na região

Um dos objetivos da Operação Nova Mutum é a fiscalização e repressão aos crimes ambientais na região. No período de execução da 2ª fase da Operação, foi detectada uma grande área desmatada pelos invasores. Uma equipe da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Ambiental (Sedam) que integra a Operação Nova Mutum, realizou até o presente momento a autuação de 35 invasores, que juntos devastaram uma área de aproximadamente 470 hectares. O total de multas expedidas giram em torno de R$ 3,6 milhões de reais.cel almeida mutum 2310

Ainda se percebe, durante o avançar do efetivo policial na região invadida, a interdição das vias de acesso com inúmeras árvores derrubadas, com o intuito de impedir o avanço das tropas na área invadida, inclusive sendo encontrado inúmeros veículos abandonados e alguns até queimados escondidos no meio da mata. Foram localizados inúmeros bens públicos de algumas prefeituras municipais, dentre os quais se destacam um gerador, uma motocicleta e outros materiais públicos.

Foi apreendido uma grande quantidade de medicamentos (cartelas de comprimidos, ampolas) onde foram encontrados dentro de uma barraca na área invadida com livros de protocolo, laudos, receituários médicos e outros documentos de controle, inclusive com assinaturas.

Ainda na data de ontem, 22, foi apreendido armas de fogo, sendo um revólver e uma espingarda, bem como munições respectivas em um ponto de observação dos invasores, durante patrulhamento preventivo na região invadida da fazenda Norbrasil. Trajes camuflados como gandolas e balaclavas dos invasores também foram apreendidos.

As reintegrações

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Após a suspensão pelo Supremo Tribunal Federal da reintegração de posse da Fazenda Norbrasil e Arco-Íris, foi informado aos invasores da respectiva fazenda quanto à situação jurídica. A tropa da Operação continua na região, buscando preventivamente com a ação presença policial coibir crimes ambientais e crimes contra a pessoa e patrimônio. Grande parte dos invasores têm saído voluntariamente e de forma pacífica da região invadida, como na madrugada do dia 22 de outubro, com a saída de aproximadamente 40 pessoas por meios próprios (motocicletas e carros). A Norbrasil é onde está instalada a maior estrutura e aglomeração de invasores.

Nas Fazendas Santa Carmen e Três Irmãos I e III estão sem ocupação de invasores. Já na Fazenda Boi Sossego e Nova Esperança já foram cumpridos os mandados judiciais.

A Operação Nova Mutum

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A Operação Nova Mutum objetiva agir preventivamente na região da Ponta do Abunã e distrito de Nova Mutum, cessando e evitando ilícitos diversos com o patrulhamento ostensivo, bem como também dando o aporte de segurança necessário para a reintegração de posse da área invadida, com o apoio na segurança dos Oficiais de Justiça que executarão os mandados judiciais.

Outras informações poderão ser concedidas pela Assessoria de Imprensa da DCOMS por meio do e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. . ou 69 999873316.

Vídeo da saída dos invasores na madrugada de 22 de outubro:

https://drive.google.com/drive/folders/1NnUIgrvNiQ63GQ5v1nRg3fYQ2jYfuW1h?usp=sharing

 

Fotos e texto: DCOMS PMRO

 

cel almeida coletiva 22O comandante-geral da Polícia Militar de Rondônia, coronel Alexandre Luís de Freitas Almeida, em entrevista coletiva na manhã de hoje, 22, no Quartel do Comando Geral, em Porto Velho, falou sobre os trabalhos realizados pelas forças policiais na Operação Nova Mutum, que tem como objetivo cumprir mandados judiciais de reintegração e manutenção de posse nas fazendas Arco-Íris, Boi Sossego, Três irmãos I, II e III, Nova Esperança, Boa Esperança e Santa Carmem.

São cerca de 400 policiais militares trabalhando na região para realizar a retirada de forma ordeira, pacífica as cerca de 300 famílias que ocupam as áreas de propriedade particular. No local, as forças policiais encontraram muitos crimes ambientais, áreas devastadas, com extração de madeiras e venda de lotes para pessoas, sem nenhum tipo de documentação, de forma ilegal.

Plano de ação

Para cumprir os mandados, a Polícia Militar, juntamente com os oficiais de justiça e demais órgãos envolvidos, montaram um verdadeiro plano de ação, composto por militares e todo o apoio logístico necessário para dar cumprimento à decisão da justiça. Helicópteros também estão sendo usados para sobrevoar a área e dar apoio as forças policiais. “Havia essa necessidade, já que foram expedidos sete mandados de reintegração de posse naquela região para serem cumpridas em oito propriedades que estavam sendo invadidas”, explicou o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Luís de Freitas Almeida.

Para evitar possíveis novas ocupações, a Polícia Militar resolveu montar uma grande operação para que todos os mandados fossem cumpridos em uma única ação. “Não tinha como realizar uma operação por vez, porque quando reintegrávamos uma fazenda, outra era invadida, fazendo com que o estado gastasse com diárias, logística e no final nada de efetivo acontecia. Então, mediante disso, fizemos um planejamento para que de maneia única fosse policiadas e reintegradas as fazendas na região da Ponta do Abunã”, destacou o comandante-geral.

Equipes da Assistência Social do Município e do Estado prestaram assistência para as famílias que estão sendo retiradas das áreas de propriedade particular. A Defensoria Pública Estadual também está atuando na região. “Aquelas pessoas que não tem para onde ir são levados para um local conhecido como “Vila da Penha”, onde ficam em uma pousada, com direito à alimentação, até que consiga ir para um local mais adequado”, disse o coronel da PM, Alexandre Luís de Freitas Almeida.

Após a desocupação total das áreas, a Polícia Militar vai continuar com os patrulhamentos de rotina na região, segundo afirmou o comandante-geral da PM.

Decisão do STFcel almeida coletiva 2210

O coronel da PM, Alexandre Luís de Freitas Almeida, disse que toda a área da fazenda Norbrasil já estava cercada pelas forças policiais, quando saiu a liminar mandando suspender temporariamente a reintegração de posse. “Os policiais já estavam chegando aos acampamentos, mas não foi possível fazer a reintegração até o momento por causa da liminar judicial”, enfatizou.

Segundo a PM, a fazenda Norbrasil, era justamente o alvo principal da Operação Nova Mutum, já que lá se concentra a parte mais violenta do movimento. “Lamentamos porque seria uma reintegração onde toda a área ficaria limpa para o patrulhamento preventivo da Polícia. O foco seria nessa fazenda porque nesse local tivemos alguns embates no passado, onde dois oficiais da PM morreram, após ser alvo de criminosos. Segundo informações, nessa região concentra a parte mais violenta do movimento”, destacou o comandante-geral.

O coronel PM Almeida falou ainda que a previsão era que a operação na região fosse finalizada na próxima segunda-feira (25), mas por conta de alguns imprevistos, inclusive por causa da liminar do STF, não será possível finalizar na data prevista, segundo o comandante-geral da PM.

 

Fotos: DCOMPMRO

Texto: DCOMRO e Uil Cavalcante

O COMANDANTE GERAL DA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE RONDÔNIA, no uso das atribuições que lhe confere o inciso V do Art. 12 do Regulamento Geral da PMRO, aprovado pelo Decreto n. 12.722, de 13 de março de 2007, e bem assim com fundamento no Parágrafo único do Art. 10 da Diretriz Geral de Ensino (D-6-PM), torna público que estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo alusivo à seleção e preenchimento das vagas para o IV Curso de Extensão em Cinotecnia - 2021.

1 - EDITAL Nº 14/2021/PM-COORDENDPTOENSINO

2 - PORTARIA Nº 8732 - Comissão do IV Curso de Extensão em Cinotecnia - 2021

3 - EDITAL Nº 15/2021/PM-COORDENDPTOENSINO - PROMOVE ALTERAÇÕES NO EDITAL Nº 14/2021

Nos dias 18 e 19 de outubro, em Brasília, O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) realizou a jornada de trabalho para atualização de cursos de promotor e multiplicador de Polícia Comunitária, visando novos formatos.

O evento reuniu policiais militares dos 26 estados e do Distrito Federal para debaterem as diferentes realidades de cada região. Os atuais cursos de Polícia Comunitária são oferecidos na modalidade presencial e são classificados como Curso Nacional de Promotor e Multiplicador de Polícia Comunitária. A partir de agora, serão classificados como Curso Nacional de Operador e Gestor de Polícia Comunitária, com módulos voltados para o operador de segurança pública da ponta e ao gestor de segurança pública, em nível estratégico.

Os cursos oferecidos possuíam currículos antigos e estavam sendo baseados em legislações defasadas, carecendo de atualizações nos campos técnico, metodológico e prático. As sugestões dos estados permearam temas centrais, como direitos humanos, aspectos históricos, conceitos de Polícia Comunitária, relações interpessoais, gestão pública e participação social na segurança pública.

Além de representantes das polícias militares de todos os estados e do Distrito Federal, que foram os responsáveis pelas proposições de alterações no currículo dos cursos, a jornada contou com a presença da secretária de Segurança da Embaixada do Japão no Brasil, Aya Shirota. O Brasil é signatário de diversos acordos de cooperação com país oriental, para trocas de experiências e fomento da filosofia e estratégia organizacional de Polícia Comunitária.

No Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP) é responsável por coordenar as políticas públicas para as instituições, os profissionais e a sociedade, enquanto a Secretaria de Gestão e Ensino em Segurança Pública (SEGEN) cria, coordenada e executa as ações educativas dentro do Sistema Único de Segurança Pública. Ambas as Secretarias atuaram em parceria na organização e execução do evento.

Para a Major PM Cícero Rodrigues da Silva, Subcomandante do 4º BPM, que participou do evento representando a Polícia Militar do Estado de Rondônia. “Essas atualizações são de grande importância, pois a antiga grade curricular estava baseada em legislações desatualizadas, e a participação de todas policias militares do Brasil com metodologias e sugestões acrescenta muito ao tema debatido”, ressaltou.

R. Silva2

 

vacina copyA Polícia Militar de Rondônia vem a público manifestar esclarecimento quanto às informações contidas na matéria publicada pelo site www.rondoniaovivo.com no dia 13 de outubro de 2021 com o título: "COVID-19: Mais de 1 mil policiais e bombeiros de RO não tomaram vacina".

Cabe salientar que foi oportunizado a todos os policiais militares a imunização contra a Covid-19, sendo um árduo trabalho dos profissionais de saúde da Corporação, que coordenaram uma grande "Força Tarefa" nível Estado com parceiros dos órgãos públicos estaduais e municipais para contemplar todo o seu público interno.

Contudo, em sondagem feita pela Corporação, a Coordenadoria de Saúde da PMRO revelou que somente 196 militares se recusaram formalmente em receber o imunizante contra a Covid-19, sendo que mesmo após a assinatura do respectivo documento, o profissional ainda poderá se vacinar a qualquer momento, o que já pode ter ocorrido em alguns casos.

A Polícia Militar de Rondônia reafirma o seu compromisso no combate a pandemia do novo Coronavírus, tanto nas fiscalizações do cumprimento das normas governamentais quanto ao público externo, como também na orientação de seu efetivo no tocante as medidas sanitárias a serem adotadas e não menos importante, a disponibilidade das vacinas contra a Covid-19 que o Governo de Rondônia adquiriu para os profissionais de segurança pública.

A Corporação manifesta o respeito quanto às opiniões contrárias a imunização, mas não pactua com tais posicionamentos, entendendo que a imunização é importante não só para os policiais militares, mas para a sociedade como um todo, continuando em campanha interna de conscientização quanto ao tema. Os policiais militares estão na linha de frente no combate à Covid-19 nas vias públicas de todos os municípios do Estado e em mais de 90 localidades, orientando a população preventivamente e agindo de forma repressiva em ocasiões que a ordem pública e o ordenamento jurídico não sejam respeitados, visando sempre o interesse coletivo da sociedade rondoniense.

Fonte e foto: DCOM

 

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